Márcio de Oliveira é afastado pela justiça: Júlio do Kaikan tinha razão.

Justiça afasta Vice-prefeito de Arujá

Por Redação 01/10/2020 - 07:33 hs
Foto: NAT
Márcio de Oliveira é afastado pela justiça: Júlio do Kaikan tinha razão.
Júlio tinha razão

O Ministério público e a justiça, parecem ter aceitado o relatório de Júlio do Kaikan, que recomendava o Impeachment do Prefeito e seu vice Márcio de Oliveira, apesar da cãmara não tê-los cassado

A justiça decidiu afastar o vice-prefeito de Arujá ....

Márcio José de Oliveira (PRB) é alvo de uma investigação da polícia que aponta o envolvimento dele com o crime organizado. O vice-prefeito afirmou que considerou a decisão desproporcional, que ainda não foi notificado, mas que vai recorrer. Vice-prefeito de Arujá foi preso durante operação 'Soldi Sporchi' da Polícia Civil Reprodução/TV Diário

Há alguns dias atrás por abstenções de alguns vereadores,a chapa José Luiz Monteiro e Márcio de Oliveira não foi cassada.

Alguns vereadores, mantiveram José Luiz no poder.

Com as abstenções  dos veredores Abelzinho,Gabriel dos Santos, Professor Edval,Pastor Edmar,Reynaldinho e as ausências do suplente Diviney da Silva e do Vereador Marcelo de oliveira o Prefeito José Luiz Monteiro e seu vice não foram cassados.

O vice-prefeito de Arujá, Márcio José de Oliveira (PRB), foi afastado do cargo por determinação da Justiça.

A decisão foi assinada nesta terça-feira (29). O advogado é alvo de uma investigação da polícia que aponta o envolvimento dele com o crime organizado.

Oliveira afirmou que considerou a decisão desproporcional, que ainda não foi notificado, mas que vai recorrer. O vice-prefeito chegou a ficar preso por 13 dias, depois da operação "Soldi Sporchi" (Dinheiro Sujo), em julho, mas agora responde em liberdade.

A operação foi deflagrada em junho pela Polícia Civil de Guarulhos. A Polícia Civil investiga contratos da Prefeitura de Arujá que podem ter relação com o traficante Anderson Lacerda Pereira, o Gordão, integrante de uma facção criminosa, que já foi condenado por tráfico internacional de drogas.

Para o Ministério Público, que pediu o afastamento, Oliveira integrava uma organização criminosa que corrompia agentes públicos, celebrava contratos fraudulentos e, desta forma, lavava dinheiro que vinha do crime.

A juíza afirma que o afastamento do mandatário do cargo que exerce é medida nitidamente cautelar, cujo objetivo é criar condições para que a apuração criminal seja satisfatoriamente concluída, além de visar a proteção da sociedade e do patrimônio público.

O afastamento vale até o julgamento definitivo da ação criminal, mas cabe recurso da decisão